20 de novembro de 2018

A Eucaristia é o início de uma vida de comunhão com Deus

Deus nos ensina que comungar bem é a primeira chave para a castidade

Em nossa série de textos sobre a confissão, apontamos alguns erros que estão velados, mas que são latentes em nosso dia a dia. Logo em seguida, procuramos trazer alguns remédios para superar esses erros e nos colocar no início de uma vida de comunhão com Deus.

Espero que, mais do que aprendendo alguma coisa, você já esteja colocando em prática o que sugerimos. É experiência vivida e testemunhada dos ensinamentos da Santa Igreja de Deus que, como mãe, nos quer ensinar a estarmos próximos do nosso Senhor.

A Eucaristia é o início de uma vida de comunhão com Deus

Foto Ilustrativa: Arquivo CN/cancaonova.com

O caminho espiritual

Com o texto de hoje, daremos mais uma dica, um norte, uma luz para que seu caminho espiritual torne-se mais concreto e fecundo.

Nós não somos acostumados a pensar que, quando Deus criou todas as coisas, Ele não as criou do nada e as deixou sozinhas. Não era possível tirar alguma coisa do nada absoluto e deixá-la existindo sem uma força que a mantivesse existindo. Deus era o único que estava na existência e, Ele, não tinha matéria.

Portanto, para a primeira coisa permanecer na existência, Ele precisou e precisa mantê-la na existência. Assim se fez desde a primeira, até a última coisa criada. E essa obra de criação está acontecendo até hoje. Cada vez que existe a fecundação de um óvulo, por um espermatozoide, Deus cria do nada uma nova alma. A nossa alma é mantida na existência por Deus, exatamente como ocorre com as coisas. Somente que, em nossa alma, Ele a mantém de um modo todo especial: habitando nela. Toda a Santíssima Trindade habita em nós!

O primeiro ente, na escala natural, que é capaz de ouvir a Deus e ter um relacionamento com Ele, somos nós. Ele nos chama todos os dias para participarmos da Vida d'Ele. Nós não conseguimos O ouvir, por conta do pecado original e dos nossos pecados e paixões. Esses tantos pecados nos torna cegos e surdos à presença e à voz de Deus em nossa vida.

Em Gênesis está claro como Deus se comunicava conosco antes do pecado original. Era um relacionamento direto e claro.

Uma vida plena de oração

Como fomos nos afastando d'Ele, Ele passou a se revelar a nós para nos ajudar. Revela-se a nós tanto pelas Escrituras, como no coração do homem. Fez mais, o Verbo se fez carne e habitou entre nós! (Jo 1, 14). Ele mesmo, como pessoa, resolveu transmitir- Se pessoalmente! Ao se revelar, Jesus deu-Se de modo que fosse possível fazer uma experiência com Ele. É mais do que entender o que Ele está querendo dizer, permanecer em Sua Palavra é o mesmo que permanecer Nele!

Ele comunica-Se conosco falando em nosso interior, que é onde Ele habita. E essa experiência só é possível com uma vida de oração: como Maria que estava aos pés de Jesus, ao contrário de Marta que trabalhava bastante pelos outros, mas não se colocava aos pés do Mestre (cf.: Lc 10, 38-42).

Tudo o que Jesus ouviu do Pai, Ele nos deu a conhecer no Novo Testamento. E para entender o que o Senhor nos revelou, precisamos abandonar o pecado, praticar as virtudes, pedir a graça da fé e meditar na Palavra de Deus. Esse foi o caminho que viemos comentando até aqui.

Devido a nossa natureza decaída, Jesus redistribuiu as graças de Deus, pelos méritos de Sua morte. E, por meio de Sua natureza humana, voltamos a merecer Suas Graças.

Ele ressuscitou e está fisicamente presente, em algum lugar do universo, distribuindo Suas graças para toda a humanidade. Toda e qualquer graça nós recebemos pela humanidade de Cristo.

Isso tudo para nos facilitar o acesso as coisas espirituais. A encarnação foi para nos dar mais facilmente essas coisas e Sua morte e ressurreição para que O amássemos mais.

Com uma só palavra, Jesus poderia liberta- Se imediatamente de todos os flagelos pelo qual passou. Mas Ele fez o contrário, aguentou uma flagelação maior do que as outras sem dizer nenhuma palavra. Era tudo para nos provar o tanto que nos ama. Na história humana, não teve nenhum outro relato de alguém que tenha sofrido tanto por outra pessoa, especialmente por alguém que, por muitas vezes, nem lhe queria bem.


Instituição da Eucaristia

Porém, Ele fez algo a mais e tão espetacular quanto a Sua morte e ressurreição. Ele fez-Se ainda mais próximo! Ele, na última ceia, instituiu e nos deu a Eucaristia, pois até ali, éramos servos. Na instituição da Eucaristia, nos tornamos seus amigos, porque não tem maior amor do que dar a própria vida pelos seus amigos (cf.: Jo 15, 13).

Quando o pão é tornado o Corpo de Cristo, ali não está uma cópia do Corpo de Cristo, e sim o Seu próprio Corpo ressuscitado. Assim acontece, também, com o vinho, que é o próprio Sangue de Cristo. É um toque que fazemos no Corpo ressuscitado de Cristo. Exatamente no mesmo Corpo ressuscitado que está num ponto específico do universo, e que está, também, ali no pão consagrado. Ali estão o Corpo, a Alma e a Divindade de Cristo.

Essa presença Eucarística de Cristo está na hóstia enquanto durarem as aparências do pão. Ou seja, se diluímos a hóstia, ali não estará mais a presença real de Cristo Eucarístico. O mesmo se dá quando nosso estômago corrompe as espécies consagradas do pão e do vinho em Corpo e Sangue de Cristo. Por aproximadamente dez minutos (tempo que leva para nosso estômago corromper a hóstia consagrada), o Senhor está unido fisicamente a nós! Isso é para que, nesses dez minutos, possamos amar, de todo o coração e com todas as forças, o Senhor Jesus Cristo que está ali, dentro de nós, esse 10 minutos nos leva a fazer uma experiência de fé.

O efeito próprio da Eucaristia é o de levar o amor ao ato, o amor de união. E, esse amor nos dá uma castidade infusa imbatível em pouquíssimos dias! Recebemos todas as virtudes infusas de uma só vez!

Ele quer que creiamos nisso tudo, o que já terá sido um efeito da Sua graça e, com isso, O amemos com fé.

Eucaristia: a ligação entre nós e Deus

Se nos aproximamos com fé e devoção da Eucaristia, assim como aquela mulher que padecia de um fluxo de sangue, e uma força vinda de Jesus a curou, também, uma força sairá da Eucaristia e nos dará uma força de amor. Uma força para levar o nosso amor ao ato. Não é somente um amor para a cura física, mas antes, uma força para nos fazer amar mais e melhor e a ter uma proximidade ainda maior do Senhor.

Cada vez que fazemos isso, nós nos aproximamos ainda mais do Senhor. Muito melhor que somente por meio da oração, com a repetição da Eucaristia, será cada vez mais claro que ali tem algo de sobrenatural.

Porém, há algo muito importante: é preciso estar em estado de graça! Caso contrário, não funciona como estamos descrevendo. Leia os textos anteriores dessa série para que você entenda o que é o pecado, perceba quando o cometeu, o deteste, se confesse do jeito certo e só então essa experiência será real.

Eucaristia é um momento de fé

A experiência de fé que fazemos com a Eucaristia, precisamos repetir em oração pessoal. Escolha um momento durante o dia para se unir a Cristo pela fé, em oração, procurando sentir a mesma presença de Cristo, ainda que mais suave. Estando em estado de graça, pela fé, é possível sentir a presença de Cristo que habita em nós e nos sustenta na existência. A Eucaristia é o meio de aprendermos a fazer isso.

Peça o dom da fé todos os dias! Para pedir já é preciso crer e,  para crer é preciso pedir. É passar de uma fé menor, para uma maior.

Na mesma proporção que o coração for percebendo e sentindo cada vez mais esse crescer da fé, é necessário reservar mais e mais tempo para a oração. Crescer cada vez mais nessa experiência e intimidade com Nosso Senhor Jesus Cristo.

Semana que vem, começaremos a tratar mandamento por mandamento da lei de Deus.  E, você poderá ver, ao termino da série, como eles englobam absolutamente toda a nossa vida moral e espiritual.



Roger de Carvalho

Roger de Carvalho, natural de Brasília – DF, é membro da Comunidade Canção Nova desde o ano 2000. Casado com Elisangela Brene e pai de dois filhos. É estudante de Teologia e Filosofia.
Autor do blog "Ad Veritaten".


Fonte: https://formacao.cancaonova.com/series/confissao/a-eucaristia-e-o-inicio-de-uma-vida-de-comunhao-com-deus/

14 de novembro de 2018

Qual a importância das Virtudes Teologais?

As virtudes precisam ser exercitadas

Comumente o ser humano tem a necessidade de formar e praticar hábitos. Afinal, aquilo que o homem se habitua a realizar, não mais compromete completamente a sua capacidade intelectual e sua vontade durante a realização. Permitindo-se, assim, que o foco da atenção esteja voltado a coisas mais importantes ou mais urgentes. Por exemplo, aquele que, após duro esforço, aprende a andar de bicicleta com desenvoltura, habituando-se a isso, consequentemente, realiza o ato de andar de bicicleta sem se preocupar com isso. O hábito facilita as ações humanas. Além de hábitos físicos ou voltados para o fazer coisas, podemos, também, falar de hábitos morais, ou seja, as atitudes que repetimos frente à vida ou às pessoas. Ao tratar dessa espécie de hábitos, os filósofos gregos notaram que existem hábitos que aperfeiçoam o ser humano, levando-o a ser melhor. A esses hábitos dá-se o nome de virtudes.

Qual a importância das Virtudes Teologais?

Foto ilustrativa: baona by Getty Images

Virtude x Vício

A virtude, portanto, é aquele hábito que permite que se tome a atitude certa perante as mais diferentes ou difíceis situações. Por outro lado, os hábitos que nos prejudicam fisicamente ou moralmente são chamados de vícios. Os vícios são, portanto, também hábitos, mas longe de aperfeiçoar o ser humano, o deformam ou o afastam de sua plena realização.Assim, precisa ficar claro que, os vícios não são somente escolhas por coisas ruins, mas também escolhas que a princípio poderiam ser boas, porém, acabam exageradas e distorcidas.

Aristóteles reforça que a virtude é sempre a escolha do meio, o ponto ideal dentro de uma série de possibilidades erradas. A virtude no comer, por exemplo, está em realizar esse hábito na medida certa. Todos sabem que quem come muito abaixo do necessário para se viver, prejudica sua saúde, mas também, sabemos que comer muito é danoso. Desse modo, o comer em si é bom e necessário, no entanto, pode tornar-se um vício se não é exercitado da maneira correta.

Exercitar-se nas virtudes é, desse modo, exercitar-se em realizar o melhor em cada situação concreta. Então, percebe-se a necessidade de aprofundar-se na prática das virtudes morais e cardeais para ter-se uma correta vivência na sociedade e consigo mesmo.

Afinal, qual a virtude certa para cada ocasião? Somente o hábito de cada uma delas poderá nos dizer.

Os hábitos que nos levam para Deus

Dentre todos os hábitos bons ou virtudes que se tem o dever de exercitar, três são fundamentais: as virtudes da fé, da esperança e da caridade. Essas três virtudes são chamadas de teologais, porque referem-se a Deus, não somente como assunto, mas e isso as definem, como fim último ou objetivo. Ou seja, pode-se dizer que são virtudes que encaminham o ser humano para Deus.

Se as virtudes que nos fazem vivermos melhor conosco mesmos e com os outros são importantes, aquelas que nos preparam para viver com Deus, aqui nesta vida e por toda a eternidade, são ainda mais fundamentais.

Elas possuem outra característica importante: o próprio Deus precisa fornecê-las. Como se tratam de virtudes espirituais, não existe modo de adquiri-las por meios naturais, isto é, a partir de uma educação ou esforço próprios. As virtudes teologais são infundidas (de infusão) no momento do Batismo, onde se recebe todos os dons espirituais por participar do Espírito de Cristo.

É neste momento que a alma se torna novamente "capaz" de Deus. Essa capacidade de comunicar-se e unir com Deus é, também, restabelecida pela confissão dos pecados mortais, para aqueles que caíram após haverem sido batizados. Assim, como os dons do Espírito Santo e as virtudes morais infusas, somente Deus pode infundi-las na alma.

Veremos, nos próximos artigos, como essa "semente" de virtude pode e deve ser desenvolvida. Veremos, também, como, embora as três virtudes teologais sejam infundidas por Deus ao mesmo tempo, elas só se desenvolvem sequencialmente: primeiro a fé, que provocará a esperança, que possibilitará o desenvolvimento da caridade.

"Kit básico" para a salvação

Por ora, é fundamental perceber que as três virtudes teologais são aquelas que possibilitam o desenvolvimento de nossa vida espiritual e nos preparam, adequadamente, para a vida eterna. Sem elas, não há intimidade com Deus. Sem elas, a chance de se manter de pé frente ao julgamento do cordeiro (Ap 20,12) é mínima. Sem essas virtudes, até a salvação de nossa alma corre risco. Afinal, se Deus providencia a todos o estritamente necessário para a salvação, as virtudes teologais estão entre este "kit básico" que incluem os dons e os sacramentos.

Também, precisa ficar claro que, são as virtudes teologais que possibilitam o uso pleno e correto das virtudes morais e cardeais (CIC 1813). Sem as virtudes teologais, as outras virtudes deixam de ser virtudes autênticas. Afinal, qual a diferença entre um treinamento eficaz, doutrinação ou lavagem cerebral para se ser paciente e a virtude da paciência? Se, "por fora", as atitudes são as mesmas, é a decisão livre tomada pela inteligência e pela vontade "do lado de dentro" que caracterizam uma verdadeira virtude. E são as virtudes teologais quem reeducam e formatam a inteligência e a vontade segundo o projeto de Deus.

No próximo artigo, iniciaremos pela primeira virtude teologal a se manifestar plenamente no homem: a virtude da fé.



Flávio Crepaldi

Flavio Crepaldi é casado e pai de 3 filhas. Especialista em Gestão Estratégica de Negócios, graduado em Produção Publicitária e com formação em Artes Cênicas. É colaborador na TV Canção Nova desde 2006 e atualmente cursa uma nova graduação em Teologia com ênfase em Doutrina Católica.


Fonte: https://formacao.cancaonova.com/espiritualidade/vida-de-oracao/qual-importancia-das-virtudes-teologais/

5 de novembro de 2018

Por que muitos homens não gostam de ir ao médico?

Homens × saúde

Com o fim do mês de outubro, vimos várias campanhas em torno da cor rosa, afinal, foi Outubro Rosa, mês de falar da saúde da mulher. Não só do câncer de mama, mas da relação da mulher com sua saúde. Logo depois,  somos lançados no azul, com a campanha Novembro Azul. Agora, já é hora de falar da relação dos homens com sua saúde. No entanto, essa campanha parece ser mais tímida (é mais recente que o Outubro Rosa), ainda está engatinhando em relação às ações concretas.

Reflitamos: por que, para o homem, é tão "tensa" essa realidade de relacionar-se com sua saúde? Por que, para o homem, é algo demorado a ida ao médico? (Isso quando ele vai!). Poderíamos pensar em várias respostas ou tentativas de respondê-las,  mas vamos refletir alguns pontos que podem nos ajudar a chegarmos a um possível consenso.

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Foto Ilustrativa: Martin Barraud by Getty Images

1º) Fomos criados para ser fortes

Desde pequenos, quando caíamos no chão, esfolávamos os joelhos ou arrebentávamos o dedão do pé, escutávamos: "Seja forte! Não chore. Não foi nada! Levante-se logo daí". Não podíamos mostrar fraqueza, afinal, "homem não chora". Isso, de certa forma, deixou marcas em nós e um desconforto ao assumirmos fragilidades. Logo, ir ao médico é, no mínimo, assumir que "não somos imortais", que podemos estar "falhos" (doentes). Isso seria assumir as fraquezas. Então, deixe o médico para lá, pois "isso é para os fracos!".

2º) Homem não sente dor

Nossa relação com a dor, na linha do 1º ponto, seguiu o mesmo caminho. Às vezes, sentíamos uma baita dor, mas, diante dos amigos e até dos pais, tínhamos de fazer aquela cara de "estou aguentando". Dessa forma, assumir que o corpo padece é também tocar na fraqueza e questionar nossa masculinidade.

3º) Nosso tempo é precioso

Nosso tempo é precioso. Precisamos fazer, produzir e realizar algo a todo momento. O masculino traz em si o papel do "fazer" como um dos elementos estruturantes de si mesmo. Logo, ir ao médico é deixar de "fazer" (produzir, realizar), e não dá para perder horas na fila de espera, no consultório do médico ou naquele exame demorado, pois isso seria perda de tempo.


4º) Não somos de muita conversa

Marcar horário para conversar com alguém que mal conheço? Nem pensar! Se nem com minha esposa curto essa história de DR (discutir relação), imagine com um médico! Nós homens, na maioria dos casos, temos dificuldades para falar de nós mesmos. Qual a primeira pergunta que o médico faz: " Como você está?".

5º) Temos medo do desconhecido

Nós homens gostamos de ter controle sobre as variáveis da vida. Logo, não saber o que é essa ardência ao urinar ou a mancha aqui ou aquela dor ali é também ter de enfrentar o desconhecido. Queremos, ao máximo, deixar para depois. Fazer aquele exame e esperar o resultado pode ser angustiante. E se der um… (três pontinhos que angustiam qualquer homem)

Poderíamos ainda falar de várias outras hipóteses de resposta, como o medo que o homem traz de se mostrar, de ser invadido (colonoscopia, endoscopia, toque etc.) ou tocar em sua finitude. São questões que questionam a masculinidade de muitos homens.

Masculinidade

Precisamos nos apropriar de nossa masculinidade, não ter medo de a libertar desses clichês que aniquilam nossa essência masculina. Precisamos assumir que nossa fortaleza não está no fato de sempre sermos fortes e poderosos, mas na capacidade de reconhecer nossas fraquezas e limites, buscando enfrentá-los. Temos de assumir que nossa dor pode ser diminuída quando assimilada como nossa e como verdade de nós mesmos; quando fazemos muito, mas nossa eficiência está no transbordamento do nosso ser. Precisamos integrar nosso eu interior quando nos colocarmos em relação com o outro, buscando ali novas respostas. O desconhecido só amedronta, porque eu o desconheço. Quando o reconheço, encontro nele novas oportunidades de superá-lo.

Nesses novos tempos que estamos vivendo, é preciso que nós homens nos assumamos naquilo que somos, não tendo medo de nossas fraquezas, mas nos permitindo enfrentar, com coragem, nossos fantasmas mais escondidos. Nossa relação com a saúde não deve ser a de "intervenção" (quando já estamos doentes), mas sim de prevenção. Marcar consultas preventivas, exames que podem nos antecipar de grandes patologias tornam-se grandes ferramentas para o exercício de nossa masculinidade. Afinal, um grande homem sempre tem uma boa estratégia! E por que não uma estratégia de saúde?

Vamos marcar sua consulta médica!


Adriano Gonçalves

Mineiro de Contagem (MG), Adriano Gonçalves dos Santos é membro da Comunidade Canção Nova. Formado em filosofia e Psicologia. Atuou na TV Canção Nova como apresentador do programa Revolução Jesus. Hoje atua no Núcleo de Psicologia que faz parte da Formação Geral da Canção Nova. É autor dos seguintes livros: "Santos de Calça Jeans", "Nasci pra Dar Certo!", "Quero um Amor Maior" e " Agora e Para Sempre: como viver o amor verdadeiro".


Fonte: https://formacao.cancaonova.com/afetividade-e-sexualidade/afetividade-masculina/por-que-muitos-homens-nao-gostam-de-ir-ao-medico/