20 de setembro de 2007

Fórmula para ir ao céu

Em certa ocasião, perguntaram a Ramesh um dos grandes sábios da Índia, o seguinte:

- Porque existem pessoas que saem facilmente dos problemas mais complicados, enquanto outros sofrem por problemas muito pequenos e se afogam em um copo de água?

Ele simplesmente sorriu e contou uma história:

" Era um sujeito que viveu amorosamente toda a sua vida. Quando morreu, todo o mundo dizia que ele iria para o céu, pois um homem tão bondoso, somente podia ir para o Paraíso.
Naquela época, todavia, o céu não havia passado por um programa de qualidade total.
A recepção não funcionava muito bem, e quem o atendeu, deu uma olhada rápida nas fichas de entrada, porém como não viu seu nome na lista, o orientou para que pudesse chegar ao inferno.
E como no inferno ninguém pedia identificação, nem convite (qualquer um que chegasse era convidado a entrar) , o sujeito entrou e ficou.
Alguns dias depois Lúcifer chegou furioso às portas do paraíso e disse a São Pedro:

- Isso que estás fazendo a mim é puro terrorismo! Mandastes aquele sujeito ao inferno e ele esta me desmoralizando. Chegou escutando as pessoas, olhando-as nos olhos, conversando com elas, abraçando-as, beijando-as. O inferno não é lugar para isso, por favor traga esse sujeito para cá."

Quando Ramesh terminou de contar essa história, disse:

- Vives com tanto amor no coração que se por um erro, for parar no inferno, o próprio demônio te trará de volta ao Paraíso.


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https://youtu.be/-vDZkz5WDps

5 de setembro de 2007

Festa de São Vicente de Paulo




Sempre Deixe Seu Recado!!!

18 de agosto de 2007

Voltando da guerra.

Esta história é sobre um jovem soldado que finalmente estava voltando para casa depois de ter lutado no Vietnã. Ele ligou para seus pais em São Francisco antes de chegar em casa: -- Mãe, pai, estou voltando! Mas tenho um favor a pedir. Gostaria de trazer comigo um grande amigo.
-- Claro - eles responderam. Nós adoraríamos conhecê-lo!
-- Há algo que vocês precisam saber - continou o filho. Ele foi terrivelmente ferido na guerra pois pisou em uma mina e perdeu um braço e uma perna. Ele não tem nenhum lugar para ir e por isso eu quero que ele venha morar conosco.
-- Eu sinto muito ouvir isso filho, nós talvez possamos ajudá-lo a encontrar um lugar para ele morar - disseram.
-- Não, mamãe e papai, eu quero que ele venha morar conosco mesmo!
-- Filho - disseram os pais. Você não sabe o que está pedindo. Alguém com tanta dificuldade seria um grande fardo para nós. Nós temos nossas próprias vidas e não podemos deixar que uma coisa como esta interfira em nosso modo de viver. Acho que você deveria voltar logo para casa e esquecer este rapaz. Ele encontrará uma maneira de viver por si mesmo.
Os pais então passaram a aguardar ansiosos a volta do querido filho, mas durante algum tempo não ouviram mais nenhuma palavra dele. Alguns dias depois, no entanto, eles receberam um telefonema da polícia de São Francisco. O filho deles havia morrido depois de ter caído de um prédio. A polícia acreditava em suicídio. Os pais angustiados e desolados voaram para lá e foram identificar o corpo rapaz. Eles o reconheceram. Para o seu horror, descobriram algo que desconheciam: o filho deles tinha apenas um braço e uma perna...
Os pais, nesta história são como muitos de nós. Achamos fácil amar aqueles que são bonitos ou divertidos. Ficamos sempre longe das pessoas com dificuldades, que não são saudáveis, bonitas ou espertas como nós somos ou pensamos ser.


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https://youtu.be/jiVqHeEfv54

13 de agosto de 2007

Cristo Verdadeira Amizade


Quando precisares, lembra-te de mim, estareiao teu lado.


Quando estiveres triste, lembra-te de mim,


estarei presente para te consolar.


Quando sentires vontade de chorar, lembra-tede mim,


meu ombro é todo teu.


Quando precisares de alguém para conversar,desabafar,


lembra-te de mim, estarei teouvindo.


Quando sentires carência, lembra-te de mim,dar-te-ei carinho.


Quando sentires necessidade de um pouco depaz, lembra-te de mim,


dar-te-ei a paz de que necessitas.


Quando sentires a falta do amor verdadeiro,


lembra-te de mim, dar-te-ei esse amor.


Se precisares de tudo isso e mais... mesmoque não creias em mim,


lembra-te... eprocura-me.Aqui estarei.


Mas se não me procuras, porque achas quenão necessitas de mim,


mesmo assim,lembra-te: estarei sempre ao teu lado.



Mírian Teresa Marson Taubaté - SP



Sempre Deixe Seu Recado!!!

9 de agosto de 2007

A vidraça e os lençóis


Um casal, recém-casado, mudou-se para um bairro muito tranqüilo. Na primeira manhã que passavam na casa, enquanto tomavam café, a mulher reparou através da janela em uma vizinha que pendurava lençóis no varal e comentou com o marido:
- Que lençóis sujos ela está pendurando no varal! Está precisando de um sabão novo! Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!
O marido a tudo escutava, calado.
Alguns dias depois, novamente, durante o café da manhã, a vizinha pendurava lençóis no varal e a mulher comentou com o marido:
- Nossa vizinha continua pendurando os lençóis sujos! Se eu tivesse intimidade, perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!
E assim, a cada dois ou três dias, a mulher repetia seu discurso, enquanto a vizinha pendurava suas roupas no varal.
Passado um mês, a mulher se surpreendeu ao ver os lençóis muito brancos sendo estendidos e, toda empolgada, foi dizer ao marido:
- Veja, ela aprendeu a lavar as roupas! Será que a outra vizinha a ensinou? Porque eu não fiz nada!
O marido calmamente respondeu:
- Não, hoje eu levantei mais cedo e lavei os vidros da nossa janela!

Moral
E assim é. Tudo depende da janela, através da qual observamos os fatos.
Antes de condenar, verifique se você fez alguma coisa para contribuir;depois, verifique seus próprios defeitos e limitações. E, se necessitar, não se acanhe: lave sua vidraça. Você jamais será o único a ter de fazê-lo...

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26 de julho de 2007

Pecar contra a castidade - Como entender?

Nossa formação moral foi pesada por esses lados e, porque não dizer, traumatizante. Quanta gente doente pelas deformações que sofreram com a aplicação moral rígida e desumana. Há muitos, e gente importante, afastados da Igreja por causa de uma masturbação no tempo de moleque. Há pessoas pensando que se abrirmos mão de uma moral rígida em relação à sexualidade o mundo vai desbundar. Mais do que já está, é quase impossível. Com todo o rigor chegamos aonde estamos com nossas novelas, nossa Internet. É sinal que o caminho não pára por aí. Castidade, nesse mandamento, se entende pelo lado negativo, o mal uso, o abuso da genitalidade. Devíamos entender castidade como uma consagração ao amor maior, mais amplo, mais criativo, mais gerador de vida. E sexualidade não poderia ser confundida com genitalidade, porque sexualidade abrange a total expressão da correta afetividade, na qual sexo é apenas um momento especial. Castidade aqui no mandamento está em relação à prática sexual, uso indevido do sexo. Uso que não leva à comunhão, não gerador de vida. Aqui entra a masturbação que, como sacanagem, realmente é um erro. Não entra aqui a masturbação que é puro desabafo, bem entendido e explicado pela psicologia. Para entender bem, deveríamos iniciar educando-nos para perceber que sexualidade é um dom de Deus e sua vivência enriquece a pessoa. É vivência do amor. Na falta disso, não vivemos o amor, apenas fazemos "amor". Não nos potencializamos, mas trocamos as mãos pelos pés numa masturbação degradante que não leva a nada e é uma pura sacanagem. Não falamos aqui dos que trazem distúrbios pequenos ou grandes, heranças genéticas, traumas, problemas de ansiedade e angústias. Ninguém pediu para nascer assim e não podemos dizer que alguns minutos de desabafo configurem o pecado mortal. Há muitos erros graves que nunca vão chegar a ser pecado mortal. Precisamos abrir nossa cabeça e formar nossa consciência para não transformar essas situações em verdadeiros traumas e dolorosa vida sem liberdade. Sexo hoje é sinônimo de modernidade para muitos, mas tudo o que é abuso e manipulação não pode trazer o carimbo do amor e não é porque os outros fazem que se torna justificado o fazer. O que falta hoje é uma educação sadia que ensine a função de cada coisa em nosso corpo, uma educação da sexualidade, uma educação consciente que não reprima, mas ensine que o caminho da ascese, do sacrifício, pode levar-nos à felicidade verdadeira e a nos expressarmos com dignidade.


Texto extraído do jornal: Santuário de Aparecida - Escrito por: Pe. Hélio Libardi, C.Ss.R.


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https://youtu.be/Gp9Cj13pVbg

9 de maio de 2007

Mãe - Um poema de vida

Mãe, hoje quero acariciar teu rosto
e dizer que és tudo para mim.

Peço perdão, se te causei algum desgosto,
e se contribui para a rapidez de teu fim.

Como sinto não poder voltar a ser criança,
para de ti ouvir belíssimas histórias.

A gente cresce, só ficam as lembranças, marcas
de um passado cheio de glórias.

Outro dia, visitei a casa onde nasci,
e te vi sentada num canto da sala.

Confesso que, de saudade, quase morri,
e por alguns momentos perdi a fala.

Recordei-me do teu poema preferido,
das minhas amargas horas de tédio,
quando a ti, então, fazia um pedido,
e as tuas palavras eram o meu remédio.

Ainda estão lá aquelas jabuticabeiras,
o limoeiro, até o eco da tua voz.

Ainda estão lá minhas mangueiras,
só não estamos, infelizmente, nós.

Oh! mãe, que saudade do antigo lar,
da calça curta, remendada,
do teu afeto e do teu jeito de falar.

Tínhamos tudo, mesmo não tendo nada.
Na visita que fazias ao Santuário,
A tua face, ainda jovem, resplandecia.

Flores, velas, uma luz vermelha no sacrário,
filhos felizes e honestos
e um mundo
fraterno era tudo o que querias.

Quando o negro véu da noite a terra cobria,
ficavas horas contemplando o infinito.

Dos teus lábios uma prece a Deus subia:
Uvra meus filhos das garras do maldito.

O meu sonho era estudar, ser doutor,
rico, poderoso, coberto de fama.

O teu era ver-me pregando amor,
a fim de que eu hão mergulhasse na lama.

Mas, tudo passou, mãe querida.

Envelheceste, e eu jovem me tornei.

Só não passaram os exemplos de tua vida
e a tua fé, que no meu coração coloquei.

Apesar de viver num mundo de mentiras,
inveja, maldade, egoísmo e corrupção,
não se apoderam de mim o temor, a ira,
pois de ti aprendi o caminho da libertação.

Hoje, os teus cabelos estão brancos
e caminhas a passos muito lentos.

Por isso, com os olhos em prantos,
percebo que o tempo é veloz como o vento.

E, na singeleza de cada verso,
minha ternura e gratidão manifesto.

Quero abraçar todas as mães do universo,
deixando aos filhos ingratos o meu protesto.

Afinal, a vida de uma mãe só terá sentido
se, na sua velhice, perceber
que fez o possível para cumprir sua missão.

E, assim, mesmo tendo partido, para o Reino
prometido,
sempre sentiremos sua presença por perto.

Francisco Bueno


Sempre Deixe Seu Recado!!!