18 de agosto de 2007

Voltando da guerra.

Esta história é sobre um jovem soldado que finalmente estava voltando para casa depois de ter lutado no Vietnã. Ele ligou para seus pais em São Francisco antes de chegar em casa: -- Mãe, pai, estou voltando! Mas tenho um favor a pedir. Gostaria de trazer comigo um grande amigo.
-- Claro - eles responderam. Nós adoraríamos conhecê-lo!
-- Há algo que vocês precisam saber - continou o filho. Ele foi terrivelmente ferido na guerra pois pisou em uma mina e perdeu um braço e uma perna. Ele não tem nenhum lugar para ir e por isso eu quero que ele venha morar conosco.
-- Eu sinto muito ouvir isso filho, nós talvez possamos ajudá-lo a encontrar um lugar para ele morar - disseram.
-- Não, mamãe e papai, eu quero que ele venha morar conosco mesmo!
-- Filho - disseram os pais. Você não sabe o que está pedindo. Alguém com tanta dificuldade seria um grande fardo para nós. Nós temos nossas próprias vidas e não podemos deixar que uma coisa como esta interfira em nosso modo de viver. Acho que você deveria voltar logo para casa e esquecer este rapaz. Ele encontrará uma maneira de viver por si mesmo.
Os pais então passaram a aguardar ansiosos a volta do querido filho, mas durante algum tempo não ouviram mais nenhuma palavra dele. Alguns dias depois, no entanto, eles receberam um telefonema da polícia de São Francisco. O filho deles havia morrido depois de ter caído de um prédio. A polícia acreditava em suicídio. Os pais angustiados e desolados voaram para lá e foram identificar o corpo rapaz. Eles o reconheceram. Para o seu horror, descobriram algo que desconheciam: o filho deles tinha apenas um braço e uma perna...
Os pais, nesta história são como muitos de nós. Achamos fácil amar aqueles que são bonitos ou divertidos. Ficamos sempre longe das pessoas com dificuldades, que não são saudáveis, bonitas ou espertas como nós somos ou pensamos ser.


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https://youtu.be/jiVqHeEfv54

13 de agosto de 2007

Cristo Verdadeira Amizade


Quando precisares, lembra-te de mim, estareiao teu lado.


Quando estiveres triste, lembra-te de mim,


estarei presente para te consolar.


Quando sentires vontade de chorar, lembra-tede mim,


meu ombro é todo teu.


Quando precisares de alguém para conversar,desabafar,


lembra-te de mim, estarei teouvindo.


Quando sentires carência, lembra-te de mim,dar-te-ei carinho.


Quando sentires necessidade de um pouco depaz, lembra-te de mim,


dar-te-ei a paz de que necessitas.


Quando sentires a falta do amor verdadeiro,


lembra-te de mim, dar-te-ei esse amor.


Se precisares de tudo isso e mais... mesmoque não creias em mim,


lembra-te... eprocura-me.Aqui estarei.


Mas se não me procuras, porque achas quenão necessitas de mim,


mesmo assim,lembra-te: estarei sempre ao teu lado.



Mírian Teresa Marson Taubaté - SP



Sempre Deixe Seu Recado!!!

9 de agosto de 2007

A vidraça e os lençóis


Um casal, recém-casado, mudou-se para um bairro muito tranqüilo. Na primeira manhã que passavam na casa, enquanto tomavam café, a mulher reparou através da janela em uma vizinha que pendurava lençóis no varal e comentou com o marido:
- Que lençóis sujos ela está pendurando no varal! Está precisando de um sabão novo! Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!
O marido a tudo escutava, calado.
Alguns dias depois, novamente, durante o café da manhã, a vizinha pendurava lençóis no varal e a mulher comentou com o marido:
- Nossa vizinha continua pendurando os lençóis sujos! Se eu tivesse intimidade, perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!
E assim, a cada dois ou três dias, a mulher repetia seu discurso, enquanto a vizinha pendurava suas roupas no varal.
Passado um mês, a mulher se surpreendeu ao ver os lençóis muito brancos sendo estendidos e, toda empolgada, foi dizer ao marido:
- Veja, ela aprendeu a lavar as roupas! Será que a outra vizinha a ensinou? Porque eu não fiz nada!
O marido calmamente respondeu:
- Não, hoje eu levantei mais cedo e lavei os vidros da nossa janela!

Moral
E assim é. Tudo depende da janela, através da qual observamos os fatos.
Antes de condenar, verifique se você fez alguma coisa para contribuir;depois, verifique seus próprios defeitos e limitações. E, se necessitar, não se acanhe: lave sua vidraça. Você jamais será o único a ter de fazê-lo...

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